Escrever à mão – Benefícios para o cérebro

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Embora possa parecer uma prática comum, escrever à mão oferece uma série de vantagens para o nosso cérebro:

Aprimora a memória: escrever à mão facilita a retenção de informações, resultando em um aprendizado mais eficaz.

Trabalha a coordenação motora fina: a prática da escrita envolve o uso de músculos pequenos, o que aprimora a coordenação e o controle motor. “Esse processo de coordenação motora fina na escrita não é rápido e não tem como pular. Precisamos construir esse circuito com muita prática. Digitar no computador ou no celular não exige coordenação motora fina e consequentemente não vai ajudar a desenvolvê-la”, explica Livia Ciacci, Neurocientista

Aumenta o foco e a concentração: a escrita requer atenção, o que nos ajuda a evitar distrações. Em contraste, ao digitar, é mais fácil nos desconectarmos do que está acontecendo ao nosso redor…

Estimula a criatividade: ao contrário dos movimentos repetitivos exigidos pela digitação, escrever à mão requer uma maior fluidez nos dedos. Essa liberdade permite que nosso processo criativo flua de maneira mais eficaz.

Melhora processamento de informações: um benefício adicional é que o processamento de ideias acontece de maneira mais profunda, resultando em uma compreensão mais ampla.

Promove a saúde mental: pesquisas indicam que escrever pode ajudar a aliviar o estresse e a ansiedade, sobretudo ao manter diários ou durante atividades criativas… –

Aprimora a expressão pessoal: cada pessoa tem um estilo único de se expressar por meio da escrita, e escrever à mão fortalece essa conexão consigo mesmo…

Estimula o pensamento crítico: o ato de escrever à mão, por ser mais lento, proporciona um espaço para reflexões mais profundas enquanto as palavras ganham vida no papel… –

Aprimora as habilidades linguísticas: com a prática frequente, as regras gramaticais se tornam mais acessíveis e fáceis de assimilar

Promove a neuroplasticidade: ao ativar diferentes áreas do cérebro, a escrita contribui para a formação de novas conexões neurais, reforçando a plasticidade do nosso cérebro. “Tudo isso exemplifica algo que já sabemos: o cérebro desenvolve circuitos robustos quando aprende a escrever com letra cursiva”, diz a neurocientista…

Colaboração  Viva Bem Uol – 09/10/2024